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Barrichello comenta sobre permanência na Honda em 2009 (www.tazio.uol.com.br)
Rubens Barrichello está livre, por enquanto, para o próximo ano, assim como Jenson Button. O brasileiro admitiu nesta quinta-feira que a falta de assinatura de contrato pode fazer com que haja mudanças na equipe, mas não sabe de nada ainda.

Apesar disso, negou que Nick Fry, chefe-executivo da Honda, tenha falado em dispensar os dois pilotos.

“Existe uma liberdade nesse mundo. Não tenho contrato assinado, Button também não tem. É um momento de mudança na F-1 quanto ao regulamento. Não acredito que o Nick tenha falado isso, mas existe um meio termo de verdade, porque a liberdade existe e pode acontecer”, disse.

A fim de continuar na Honda, Barrichello declarou estar em um bom momento na carreira, no qual tem muito fôlego para fazer testes e melhorar o carro. Sabendo disso, garantiu que não pretende parar ao fim de 2008.

“No momento, não estou procurando uma outra casa. Quero muito correr no ano que vem. Achei que chegaria cansado a esse tempo da minha vida, mas hoje tenho mais vontade de fazer exercício pensando no carro, tenho mais vontade de testar, sei utilizar a energia melhor para o carro. Então, gosto mais hoje que gostava antigamente de F-1. Minha vontade é continuar”, afirmou.

Barrichello está mais esperançoso para o GP da França que estava para o do Canadá, principalmente após os testes em Barcelona na semana passada, durante os quais, sem desenvolvimentos aerodinâmicos, pôde provar acertos continuamente. Além disso, pontuou nas últimas duas corridas.

“Na minha visão, tivemos uma melhora mecânica do carro. Em uma pista lisa como é Magny-Cours, acredito que nosso desempenho possa ser melhor que no Canadá. Se bem que, no Canadá, cheguei falando que não faria nada, mas classifiquei entre os dez e acabei chegando aos pontos.”

Sobre a ameaça de greve dos pilotos motivada pelas taxas para a renovação das superlicenças, Barrichello acredita não ser algo planejado. Mas revelou que realmente há insatisfação.

“Acho que a greve não foi conversada. É uma coisa que não foi cogitada neste momento. Mas os pilotos estão insatisfeitos com o preço da superlicença, no qual houve um acréscimo sem uma explicação prévia do porquê. Há sim uma insatisfação com isso”, comentou.

No GP da França, Barrichello será, por todos os critérios, o piloto que mais GPs disputou na F-1. No domingo, ele será o detentor incontestável do recorde.

Ouça a entrevista completa de Barrichello nesta quinta-feira em Magny-Cours:

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Barrichello comenta sobre permanência na Honda em 2009 (www.tazio.uol.com.br)

Fonte: http://tazio.uol.com.br/